quarta-feira, 19 de setembro de 2012

Ludmylla


Eu amo o seu jeito teimoso de ser
Eu amo o seu sorriso torto
E amo também o tom da sua voz
Amo o seu jeito descuidado de se arrumar,
O fato de quase nunca usar maquiagem
E mesmo assim estar sempre tão linda...

Eu amo a forma como você me irrita e me tira do sério
Eu amo as coisas que você me faz sentir
Amo o seu cabelo grosso e o tom da sua pele
Amo como você fala sem parar quando te tiram do sério

Amo tantas coisas em você...
E odeio outras tantas também...

Odeio a forma como você me ignora
Odeio quando falo com você e você não responde
Odeio a forma como você se afasta de mim
Odeio saber que a sua vida segue tão bem sem a minha
E odeio mais ainda pensar que não sente minha falta...
Odeio te amar tanto.

Mas sem duvida nenhuma, o que eu mais odeio é não falar com você,
Nem mesmo pra dizer que eu te amo...

Johnathan Alves Damasceno de Barros

quarta-feira, 12 de setembro de 2012

Sobre o amor...


O que é o amor?

Conjunto de reações hormonais que todo ser humano produz ao encontrar outra pessoa que lhe chame a atenção.

Pensando comigo mesmo, percebi que não consigo encontrar um sentido para a vida. Chega a ser difícil decidir o que é pior, basear a vida nessa busca incessante por dinheiro, ou viver como se o amor fosse tudo, como se o mais importante na vida fosse essa pura e simples troca de fluidos corporais que chamamos de amor.



Gostaria de saber controlar completamente a mim mesmo, controlar essa maldita produção hormonal.

Nas raras vezes em que penso sobre isso termino sempre por concluir que a vida seria bem melhor se eu não sentisse tanto, não amasse tanto.

A grande questão passa a ser então o que ativa a produção desses hormônios? Por que amamos certas pessoas? Por que não outras? Por que logo essas?

Se é tudo questão de hormônios produzidos em nosso corpo, por que então insistimos em sacanear a nós mesmos? Se amar é simples como liberar um simples hormônio, por que então não conseguimos escolher a quem devemos amar?

Não há outra palavra para descrever o que sinto quando penso sobre o assunto senão “Frustração”. É frustrante perceber que o amor não apenas não possui um significado real como também que nosso corpo sabota a si próprio.

É irônico perceber que não temos controle, nem sobre nós mesmos!

Johnathan Alves Damasceno de Barros
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