quarta-feira, 1 de maio de 2024

Pra filha que eu não tive

 Hoje acordei pensando em você,

Imaginando como seria sentir teu abraço.

Não consigo expressar o que sinto, mas…

Ser teu pai foi o sentimento mais louco e profundo que já senti na vida.

 

Minha pequena Lívia,

Não tive a chance de te ver, mas te senti,

Não pude te conhecer, mas te sonhei,

E em cada sonho, contigo, eu te amei.

 

Minha pequena estrela, que agora ilumina o céu,

Ainda te sinto comigo,

E em meus sonhos ainda posso sentir o ritmo da tua vida.

Em cada estrela no céu, vejo teu rosto,

Em cada brisa suave, sinto teu toque.

Minha pequena Lívia, minha menina,

 

Ainda que não estejas aqui, em meus braços,

Sempre estarás comigo,

Em cada passo, cada respiração

Em cada amanhecer e em cada anoitecer,

Em cada batida do meu coração.

 

Você foi minha maior bênção, meu maior presente.

Saiba que te amo, onde quer que você esteja, meu anjinho.


- Johnathan Alves Damasceno de Barros

terça-feira, 25 de julho de 2023

Ao tempo

Já faz alguns anos desde a última vez em que escrevi aqui, e essa semana, quando me peguei relendo alguns dos meus textos antigos e relembrando um pouco do passado, fiquei surpreso ao perceber como o tempo as vezes passa depressa.

Senti então uma inexplicável vontade de colocar um pouco dessa sensação em palavras e bem, essa é a minha tentativa.

Quando era criança, sonhava em crescer, me tornar adulto e descobrir um universo de coisas que só a vida adulta poderia oferecer, mas quando hoje bateu a noção de que o tempo não espera por ninguém, rever memórias antigas me fez perceber como as coisas mudaram ao longo dos anos, muitos dos amigos mais próximos de infância e adolescência, hoje eu nem conheço mais.

A saudade de momentos que hoje só existem em fotografias antigas e posts esquecidos de alguma rede social, me fez ouvir novamente músicas dessa época e percebi que elas as vezes tem o poder, quase mágico, de nos transportar de volta no tempo, revivendo memórias, sensações e sentimentos por vezes perdidos na correria da vida cotidiana.

Na minha época de escola sempre me fascinou pensar sobre o tempo, mal sabia eu o valor que ele tem, jamais poderia naquela época imaginar, que hoje, quase na casa dos trinta, tempo é que menos tenho. 

A vida adulta pode ser dura as vezes, em meio a nossas rotinas cotidianas. Acordar, trabalhar por horas e horas a fio em um trabalho que não te faz feliz, chegar em casa todas as noites esgotado, sem energia, e dormir desejando não ter que fazer tudo de novo no dia seguinte.

E assim, dia após dia vamos seguindo, até que num piscar de olhos passaram se os anos, se foram as pessoas e ficaram apenas as lembranças. Você se pergunta em que ponto sua vida mudou tanto e não consegue responder, e ali, deseja com todas as suas forças poder voltar no tempo, pra reviver alguns daqueles momentos, mesmo que por apenas alguns instantes.

Chega a ser frustrante a noção de que o tempo vai continuar andando sempre em uma única direção, e que nossas vidas, por melhor vividas que sejam, passam em um sopro.

Hoje é uma terça feira de julho, estou perto de completar meus trinta anos e depois de mais tempo do que eu gostaria (quase uma década), estou finalmente escrevendo um texto novamente, um texto que sei que ninguém vai ler como a maioria dos outros que escrevi, mas a verdade é que sempre foi pra mim o que escrevo, não para os outros.

Sinto falta dos amigos que se distanciaram ao longo do caminho e me pergunto se eu poderia me reaproximar, mas penso que todos seguimos nossas vidas, encontramos novos amigos, novas prioridades, formamos nossas próprias famílias, e a vida é assim mesmo.

Mas é como dizia o Projota “faz parte sentir saudade!”

E faz mesmo!

 

Johnathan Alves Damasceno de Barros

 

 

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2016

João Roberto

João Roberto era um menino pobre
Que tinha um sonho bem nobre
Mudar bem no fundo
O coração do mundo

Um dia, bem velho
Se olhou no espelho
E se viu prisioneiro
Do seu paradeiro

Saiu pelo mundo
Como um vagabundo
Sem casa e sem rumo
Se pôs a andar
  
Escravo da vida
Estranha homicida
Dos sonhos dos pobres
E dos corações mais nobres

Um dia viu um homem mau
A ser vítima fatal
Lembrou do seu sonho
E salvou o estranho

Ouviu-se um grito
Levara um tiro
Perguntaram porque
Respondeu sem querer
“Mudei o mundo em você”

Sorriu bem seguro
Tocara-o no fundo
Mudara o mundo
Como um vagabundo
Sorria agora
Em sua última hora

Foi então para o céu
Para junto de Deus
Deixando a pensar
O homem que seu sonho
O fizera salvar.

sábado, 14 de fevereiro de 2015

Sobre o que aprendi na escola publica...

Era uma manhã comum de terça feira, no segundo dia do ensino médio, estávamos todos animados, nós que estávamos ali havíamos superado o ensino fundamental e chegado ao médio. Naquele dia a primeira aula seria de geografia, o professor chegou atrasado, entrou sem dizer nada e começou a escrever no quadro, a maior parte da turma sequer notou sua presença. Ao terminar de escrever, ele disse a frase que mais ouvi de professores ao longo dos anos que passei na escola:

- Prestem atenção se quiserem, vou receber o meu salário no final do mês de qualquer maneira.

Ele foi nosso professor nos dois anos que se seguiram.

Em outra manhã teríamos aula de educação física, o professor chegou, colocou alguns jogos de tabuleiro sob uma das mesas e disse que poderíamos fazer o que quiséssemos, ele precisava dormir.

Nosso professor de educação física dava aula em três turnos e estava sempre cansado, era comum que nos deixasse livres para fazer o que quiséssemos enquanto dormia durante as aulas. Também não era incomum que ele faltasse.

Certa vez ouvi uma professora dizer a um daqueles alunos menos interessados que ele nunca seria alguém na vida e que jamais alcançaria algo grande, pois não estudava e não seria capaz de passar no vestibular.

Ele passou.

Todas essas histórias são verdadeiras e aconteceram comigo entre os anos de 2010 e 2012 em duas das melhores escolas da região noroeste de Goiânia.

Com todos esses problemas de motivação, organização e estrutura, como esperavam que aprendêssemos?

Nos anos que passei na escola publica não aprendi a diferenciar células eucariontes de procariontes, nem as leis de Newton, nem inglês, nem a história da humanidade ou sobre o clima na Ásia. Não aprendi a calcular a área da circunferência, nem aprendi a usar todas aquelas formulas matemáticas ou sequer quando usar as malditas crases.

Da nossa grade curricular aprendi realmente muito pouco.

De inicio acreditava não ter aprendido nada na escola, mas agora percebo que isso é tolice, não existe experiência na vida que não ensine nada.

Para mim e para todos os que estudaram ao meu lado, ou nas mesmas condições que eu, não havia qualquer motivação para aprender, Víamos nossos próprios mestres passarem dificuldades, aqueles que deveriam ser nosso maior exemplo de como os estudos poderiam melhorar nossas vidas.

Muitos professores tinham se formado ainda na ditadura militar e desde então não tinham tido a oportunidade de se atualizarem. Precisavam dar aula em mais de uma escola para complementar a renda e viviam a gritante desvalorização de seus salários, por muitas vezes incompatível com sua profissão.

Não havia alegria na escola. Todo mundo estava cansado e frustrado. Só depois de adulto entendi que é impossível ser feliz quando seu trabalho não resulta em nada. Um professor jamais será feliz se a estrutura e o sistema entorno dele fizer seus alunos desistirem de aprender, ou tirarem dele a motivação de ensinar.

A escola era como um presidio: cinza e amarelo desbotado, com grandes portões, grades nas janelas e portas e por vezes até policiais vigiando de um lado para o outro. E é exatamente assim que nos sentíamos, como presidiários de regime semiaberto, deixando a escola todo dia lamentando termos que voltar no dia seguinte. Não por acaso, por diversas vezes alunos planejaram fugas e arrombamentos dos portões da escola.

Entediados, sem aulas, sem lazer, maltratados e presos. Esse é o ambiente no qual se espera que um jovem desenvolva seu potencial?

Os pais que tinham dinheiro pagavam para que seus filhos estudassem em escolas que não tinham nenhum desses problemas. Conheço gente que ainda no ensino médio tinha aulas de musica, línguas estrangeiras, politica. Que tinha professores com doutorado. Colégios com piscina olímpica e quadras de piso emborrachado. Que tinham plantões de duvidas depois do horário das aulas. Tinham aulas de computação, com computadores que funcionavam de verdade. Ganhavam até DVD’s com o conteúdo estudado em sala.

Minha família mal tinha dinheiro pra comprar comida.

Posso não ter aprendido matemática ou química, mas aprendi que na vida nem todos tem as mesmas oportunidades ou mesmo oportunidades parecidas. Que inclusive alguns não têm nenhuma oportunidade.

Dos 40 alunos que estudaram comigo no ultimo ano do fundamental, menos da metade chegou ao ensino médio. Dos 120 alunos que junto comigo entram no médio, menos de um terço chegou ao terceiro ano. Dos 23 alunos da minha turma do terceiro apenas 6 chegaram ao ensino superior.

Ao longo dos anos vi meus amigos mais próximos concluírem que não valia a pena estudar. Vi muitos deles desistirem, muitos seguirem caminhos sem volta.

Vi muita gente sem oportunidades para seguir.

Não estávamos preparados para o mundo lá fora. A escola publica não nos preparou para brigar por nosso futuro.

A primeira vez que nosso caminho cruzou com o dos jovens da elite foi no vestibular, estávamos mal nutridos e desarmados indo enfrentar soldados, que se prepararam a vida toda para nos enfrentar. Éramos como amadores enfrentando profissionais treinados.

Não tivemos chance.

O vestibular é a barreira definitiva de segregação social. nele não é testada a sua capacidade de cursar a faculdade, mas a sua origem. Aqueles que tiveram que contar com o ensino público não tem chance, pois os testes cobram uma serie de conhecimentos que são ensinados apenas nas escolas particulares.

Sim, eu passei no vestibular. Alguns poderiam argumentar que sou um exemplo de que as oportunidades são dadas, e jogar nas costas do indivíduo a responsabilidade por ele não ter conseguido um lugar ao sol nas trevas dos nossos abismos sociais, o que seria imaturidade.

Tenho maturidade e consciência para compreender que se consegui foi em consequência de muitas condições favoráveis que tive. Em grande parte por ter tido sempre uma facilidade acima do normal para aprender. Em parte por ter conhecido alguns poucos bons professores que acreditaram e me incentivaram a lutar. Em parte também por ter me criado “sozinho” o que me permitiu desenvolver meus próprios conceitos de certo e errado e que acima de tudo me permitiu experienciar muitas faltas e excessos que mais tarde contribuiriam para que eu tivesse maturidade e senso crítico. 

O que de certa forma me capacitou para brigar por minha vaga na universidade.

Ainda assim tive que pagar um curso pré-vestibular com meu primeiro emprego para preencher as lacunas que o ensino público deixou.

Lembro-me bem que a escola pública foi o último lugar na minha vida que frequentei onde a proporção de negros presentes era coerente com a proporção de negros da cidade. De lá para cá, superada a barreira da segregação do vestibular, fui passando a frequentar espaços elitizados, como a própria universidade, que são dominados por brancos.

Talvez se eu fosse negro ou mulher nunca tivesse conseguido.

O que aprendi na escola pública? Aprendi sobre injustiça e desigualdade. Sobre o mundo real, sobre a vida ser dura. Sobre preconceito, racismo, machismo e sobre barreiras intransponíveis. Aprendi a ter a humildade de saber que se hoje tenho uma vida melhor é porque tive mais sorte do que mérito. Sorte daqueles que tem, pois os que não têm não tiveram escolha.

Aprendi que todos mereciam uma chance de brilhar, mas que nem todos terão.

Essas coisas que tomo como óbvias e me formam como pessoa e como cidadão, não posso assumir que sejam óbvias para todos. Nenhum texto nem nenhuma imagem consegue substituir a experiência.

O que aprendi na escola pública não ensinam nas melhores escolas particulares e, diferente das fórmulas de matemática, são coisas que levo para a vida toda.


Johnathan Alves Damasceno de Barros


Referencial teórico e textual:

domingo, 8 de setembro de 2013

Sobre a Depressão...

Eu nunca me importei de passar as noites sozinho no meu quarto. A solidão nunca me incomodou. Nunca tive problemas com o fato de não ter muitos amigos, de não sair de casa. Nunca me incomodei com a depressão...
Não sei dizer o que está acontecendo, tem um enorme vazio dentro de mim e não consigo preenchê-lo com nada.

Onde estão meus amigos?
Eu realmente gostaria de saber...

Por que esse vazio dói tanto agora? Quero dizer... Ele sempre esteve ali, mas nunca doeu tanto.

Essa não devia ser a melhor fase da minha vida?

Eu quero desesperadamente chorar, sinto vontade de gritar tão alto que toda a cidade ouça meu desespero, que todos sintam essa maldita agonia que eu sinto agora.

Por que não consigo nem ao menos chorar?

Por que esse grito não sai?

Durante dezenove anos eu acumulei sentimentos dentro de mim, ignorando minhas tristezas, esquecendo a solidão... Deixei de sentir tanta coisa. Talvez todos esses sentimentos tenham enchido minha mente a ponto de transbordar coisas não vividas. Tantos sentimentos deixados para e depois, um depois que nunca chegou.

Como se faz pra recomeçar?

Por onde eu começo?

Por que escrevem tão pouco sobre a depressão?

Eu ainda consigo me sentir vivo?

Por que ninguém vem me salvar?

Por que essa maldita dor não para?

O mais triste de se estar deprimido é perceber que a sua felicidade quase nunca depende de você.


Johnathan Alves Damasceno de Barros

segunda-feira, 25 de março de 2013

Aquele sobre a monotonia...

Quando eu era um garotinho costumava pensar sobre como seria a vida de adulto, sabe, toda essa coisa de trabalhar, juntar pedaços coloridos e retangulares de papel, constituir família   essas coisas que todo adulto faz, ou pelo menos tenta fazer...

Enquanto menino, toda essa coisa de crescer me parecia fascinante. Não me entenda mal, eu, já naquela época, compreendia a monotonia que é crescer, mas toda a ideia de independência me parecia tão fantástica quanto poder voar.

Eu imaginava que a vida adulta implicava em responsabilidades em troca das quais se recebia o direito de controlar sua vida. Crianças as vezes são muito ingenuas...

Hoje com 19 anos de idade vejo que essa suposta liberdade existe apenas na teoria, e nenhum homem pode ser verdadeiramente livre enquanto tiver contas a pagar.

O problema nisso é que enquanto precisar comer, um homem terá dividas... É claro que pra tudo na vida existem exceções, existem pessoas com dinheiro o bastante pra não precisar trabalhar um só dia em sua vida... Essas são vitimas de outro tipo de escravidão... Essas são escravas da ganância, ou do consumismo.

Vivem acostumadas ao luxo e apegadas as coisas que o dinheiro compra, essa falsa ideia de liberdade.

Sabe, a maior ironia do mundo é pensar que ninguém é livre. Os que não tem dinheiro, são escravos dele e os que o tem, são escravos das coisas que ele proporciona.

E assim vivemos essa monotonia, uns buscando incessantemente algo que não tem, enquanto outros buscam freneticamente algo que já possuem.

Uns cegos pela necessidade, outros pela falsa liberdade. Todos escravos da mesma monotonia, mas por motivos diferentes.

Johnathan Alves Damasceno de Barros

quinta-feira, 8 de novembro de 2012

Sociabilidade


A arte de conviver em sociedade, de socializar. Essa eu nunca dominei muito bem. Nunca fui muito popular, não me entenda mal, eu tinha amigos, um evangélico pouco expressivo e um gordinho pouco comunicativo, mas não era como se fossemos amigos de verdade.

Sempre fui muito solitário e pouco comunicativo, não é que eu não falasse, é mais que ninguém queria me ouvir.

Ser criado sozinho, sem conhecer meu pai e com uma mãe pouco presente deve ter contribuído bastante para isso. Não estou usando a ausência dos meus pais para justificar minhas atitudes (isso virou moda hoje em dia), é só que eles realmente não estavam lá enquanto eu crescia.



Só quando cheguei ao ginásio foi que comecei a prestar mais atenção a minha volta. Foi nessa época que percebi que afastava as pessoas com palavras e gestos que, muitas vezes eram apenas brincadeiras inocentes para mim. Então eu me isolei mais, se as pessoas não podiam conviver comigo, eu tão pouco viveria com elas.

Esse isolamento porém não durou muito, porque no ano seguinte, no verão, eu conheci alguém que me ensinou a interagir com a sociedade, sem reprimir as pessoas.

Eu sei que até hoje tudo o que eu escrevo tem um pouco dela, mas é que, por algum tempo, ela foi a minha vida. Eu no entanto fui apenas um breve capitulo na sua.

Durante um bom tempo eu, ao lado dela, consegui viver em harmonia com a sociedade, até que um dia eu acordei e ela já não estava mais lá, não literalmente é claro, mas ela seguiu um caminho diferente do meu e isso me desestabilizou bastante.

Depois de um bom tempo eu superei, mas nesse meio tempo eu talvez tenha me esquecido de como agir, como falar, como viver sem que a minha vida incomodasse os demais.

Nunca fui muito bom na arte de não magoar as pessoas, na verdade sou mestre em fazer exatamente o contrário, em magoar quem eu mais quero proteger.

Na verdade sou tão ruim em me socializar que nem ao menos consegui terminar esse texto de uma maneira descente.

Johnathan Alves Damasceno de Barros

quarta-feira, 19 de setembro de 2012

Ludmylla


Eu amo o seu jeito teimoso de ser
Eu amo o seu sorriso torto
E amo também o tom da sua voz
Amo o seu jeito descuidado de se arrumar,
O fato de quase nunca usar maquiagem
E mesmo assim estar sempre tão linda...

Eu amo a forma como você me irrita e me tira do sério
Eu amo as coisas que você me faz sentir
Amo o seu cabelo grosso e o tom da sua pele
Amo como você fala sem parar quando te tiram do sério

Amo tantas coisas em você...
E odeio outras tantas também...

Odeio a forma como você me ignora
Odeio quando falo com você e você não responde
Odeio a forma como você se afasta de mim
Odeio saber que a sua vida segue tão bem sem a minha
E odeio mais ainda pensar que não sente minha falta...
Odeio te amar tanto.

Mas sem duvida nenhuma, o que eu mais odeio é não falar com você,
Nem mesmo pra dizer que eu te amo...

Johnathan Alves Damasceno de Barros

segunda-feira, 21 de maio de 2012

O que eu preciso


“Eu estou carente” eis a frase mais dita do século! Existem 7 bilhões de pessoas e mesmo assim conseguimos ficar sozinhos. Nós ficamos carentes porque vivemos em busca da pessoa perfeita, essa criatura mitológica que nem sabemos ao certo se existe. Às vezes me sinto como esses malucos que procuram potes de ouro no final do arco-íris.

Como disse Arnaldo Jabor “Quem dera o amor não fosse um sentimento, mas uma equação matemática: eu linda + você inteligente = dois apaixonados.” Tudo seria mais simples! Mas inventamos que temos que encontrar alguém com coisas em comum, que tem aquele magnetismo, mistério e faça você sentir borboletas no estomago.  

Em se tratando de amor eu não sou uma pessoa com preferências simples, quero um relacionamento, com romance, intimidade, compromisso e apelidos fofinhos. Preciso de alguém pra me proteger, alguém que me complete e faça as coisas mais simples terem um significado especial. Preciso de alguém pra sentir ciúmes, pra discutir, pra ficar sem fazer nada mesmo quando tiver muitas coisas legais para fazer, para brigar pra quem vai desligar o telefone primeiro e me  fazer ser ainda mais bobo.

Preciso de alguém para ver as estrelas ao meu lado, para ser a primeira coisa que eu vou pensar quando acordar e a ultima antes de adormecer, alguém que faça  as musicas românticas fazerem sentido.

Preciso de alguém para ser meu ar quando eu sentir que não posso respirar, ser meu sorriso quando eu só quero chorar e para me fazer acordar feliz todos os dias.

Preciso de alguém que precise de mim, que me aceite do jeito que eu sou e não importa como as coisas pareçam estar difíceis sempre estará do meu lado. Pensando na vida eu percebi que já tenho tudo, só falta você, e onde quer que você esteja pessoa perfeita, quero que você saiba que eu estou a sua procura, espere por mim.

domingo, 20 de maio de 2012

Idas e voltas

Hoje voltei a te procurar, dentro do sorriso de uma foto abandonada em um canto de um quarto vazio...
Hoje voltei a te encontrar, em um olhar, em algum sorriso de pessoas que nem conheço...
Hoje voltei a te sentir, quando o vento tocou suavemente em meu corpo, por entre meus dedos, para dentro de minha alma...



Hoje voltei a te ter aqui, presa em minhas lembranças, viva em minha memória, cravada em meu coração...
Hoje voltei a chorar, relendo as cartas que fiz pra você, sentindo em meu peito o quanto te amei...
Hoje voltei a viver, renascido do amor que sonhei te dar, revivido pela paixão escondida em minhas palavras e em nossas memórias...
Hoje voltei  chorar, sofrendo a dor da perda, esquecendo o fim de um amor...
Hoje voltei a morrer, quando a saudade sufocou meu coração, quando minhas lembranças me traíram e me apunhalaram...
Hoje comecei a entender, entender que a vida é cheia de idas e voltas e que o destino que nos separou é o mesmo que talvez nos reúna novamente em um futuro não tão distante!

Johnathan Alves Damasceno de Barros

segunda-feira, 23 de abril de 2012

Primeiro Amor


Hoje me lembrei de você, parece um déjà vu, fico vendo os momentos que já passaram, lembrando das coisas que já vivemos...

Sabe, às vezes ainda me pego pensando em você, em nós, nos dias felizes que vivemos, e é incrível pensar que fui tão feliz, que te amei tanto, e que mesmo nunca tendo sido amado tivemos tantos momentos felizes juntos.



Talvez o amor não precise ser correspondido, precise apenas ser sentido, e antes que digam que amor não correspondido apenas nos machuca, quero dizer que não é bem assim, sempre que amamos nos tornamos de alguma forma mais felizes e completos.

Não posso negar que amar e não ser amado dói muito, é difícil e às vezes pode deixar feridas difíceis de curar, já passei por isso, sofri bastante e sei como é difícil chamar de amigo quem gostaríamos de chamar de amor. Mas há certas coisas nessa vida que não podemos mudar, não podemos, por exemplo, obrigar ninguém a nos amar, podemos apenas dar bons motivos e esperar que o tempo faça o resto, cientes de que talvez isso nunca aconteça.

Eu te amei demais, e nada nessa vida me doeu mais do que te ver feliz com outro alguém, naquele momento eu soube de duas coisas:

Eu nunca poderia ser o motivo dos seus sorrisos, na verdade tivemos nossos momentos felizes, mas não me lembro de ter ver tão feliz assim nenhuma vez ao longo desses anos.

Soube também naquele momento que ao longo da minha vida eu teria vários amores, mas apesar disso você sempre vai mexer comigo, porque você é, e sempre será o meu primeiro amor!

Johnathan Alves Damasceno de Barros

quinta-feira, 19 de abril de 2012

Amizade


Ah os amigos... A família que escolhemos...

Ao longo da vida encontramos muitas pessoas com quem passamos a dividir nossa existência, pessoas a quem chamamos de amigos...

Amigos são aqueles que estão conosco nos momentos mais felizes, nos sorrisos mais idiotas, nas palavras mais loucas, nas risadas mais toscas, e nem por um segundo pense que só de momentos felizes é composta uma amizade... na verdade, amizades são feitas também de brigas bobas, por coisas toscas, de apoios dados em momentos de necessidade, mas principalmente de sinceridade e confiança.


Infelizmente nos dias de hoje existe muita falsidade e nem todos em quem confiarmos vão merecer nossa confiança, na verdade muitos nos apunhalarão pelas costas, mas isso apenas nos tornará mais fortes...

É preciso então escolher a dedo nossos amigos...

Muitas pessoas nos derrubarão no decorrer dos anos, mas podemos escolher por quem vale a pena cair.

Nada nesse mundo vale mais do que um amigo sincero... e embora hajam falsos amigos, as pessoas podem até mentir umas para as outras, mas não sem antes mentir para si mesmas...

Na verdade quem finge um sorriso apenas mostra que é covarde demais para mostrar seus verdadeiros sentimentos.

Escolha bem as pessoas em quem confia, lembre-se que a vida é curta, aproveite, saia, ria, cante, chore, faça amigos, seja amigo e nunca estará sozinho quando cair...

Johnathan Alves Damasceno de Barros

segunda-feira, 2 de abril de 2012

Uma nova maneira de ver o mundo

Depois de alguns anos de tristeza, repressão e tédio, finalmente começo a descobrir a verdadeira vida, atualmente quando saio de casa já não tenho pressa, simplesmente caminho devagar, ouço o silêncio, a musica da vida, sinto-me mais leve, afinal é normal que depois de tanto tempo perdido eu aprecie cada segundo.


Para os leitores mais antigos deste blog deixo aqui  minhas desculpas, porque possivelmente daqui pra frente os textos que eu escrever serão bem diferentes dos que já estão acostumados a ler.


A melhor explicação que tenho para este fato é que com o tempo a nossa visão de mundo muda, nossos olhos mudam sua maneira de enxergar a vida lá fora, e com o tempo isso também aconteceu comigo.






Espero que me entendam, e que mudem sua maneira de ver o mundo para melhor, assim como eu acredito estar fazendo.


E para terminar deixo aqui dois diálogos que vi recentemente em um jogo chamado Skyrim:


"-Qual é a musica da vida?
  -O silêncio!"


"- Qual o maior defeito do ser humano?
  -A inocência!"


Lembrem-se que nada grita mais alto que o som do silêncio e que ser inocente é um erro e também uma virtude, dependendo apenas de cada um.


Johnathan Alves Damasceno de Barros

sexta-feira, 23 de março de 2012

Sociedade


Vivemos em uma sociedade hipócrita , na qual somos julgados pela nossa aparência. Vivemos em uma sociedade em que mais vale um rostinho bonito do que o conteúdo.Vivemos em uma sociedade na qual andar semi nua na rua é bonito, e ter tatuagem é feio.
 Vivemos em uma sociedade de pessoas hipócritas, que julgam a embalagem sem saber do conteúdo.


Muitas pessoas reclamam do mundo, falam que o mundo está um lixo, mas pare para pensar... É você que está transformando o mundo nesse lixo que está hoje.
O problema não está só em pessoas que julgam, mas também em pessoas mercenárias que só querem saber do dinheiro, e pior, dinheiro dos outros. O Mundo está cheio ganância, pessoas que parecem nem ter o ensino fundamental completo, e agem como crianças, não, crianças não fazem isso, não me julgam por eu ser feliz ao lado da pessoa que amo, por ela ser do mesmo sexo que eu... nem me batem ou espancam por não aceitarem isso.


Acorda ai sociedade...


Emilly Fonseca



segunda-feira, 5 de março de 2012

Depressão

Depressão, palavra forte com um significado vazio.

Antes eu sempre encarava isso como um rótulo para amenizar a covardia das pessoas... Dos suicidas, daqueles que se cortam, de todos os que fogem do mundo, mas a realidade às vezes pode ser dura demais, amarga demais, desumana demais!



Desde cedo aprendemos a conviver com o mundo como ele é, e também aprendemos cedo que uma pessoa é só uma pessoa e que independentemente do quanto lute, nunca conseguirá mudar o mundo.

Depressão é o que acontece, quando perdemos a inocência de criança, quando percebemos o quão chata e tediosa é a vida adulta, com todas as suas regras e burocracias, depressão é o que acontece quando perdemos a fé no mundo, quando perdemos as esperanças que nos restavam na vida, quando perdemos a vontade de viver.

Às vezes eu olho pro mundo fora da janela do meu quarto e fico imaginando onde vamos parar? Porque temos que crescer?

Trabalhar, pagar contas, cuidar da família, deixar a vida de lado para poder viver, deixar de sair com os amigos, para fazer hora extra no trabalho em troca de uns trocados a mais no fim do mês, renunciar o tempo com a família, com os filhos para garantir um futuro, um futuro que talvez nunca chegue!

A vida é assim, nunca se sabe, num dia você está bem e no outro você está morto!

Entendo que a vida é mesmo assim independentemente de eu concordar ou aceitar, mas é muito irônico dedicar a vida a conseguir dinheiro, afinal dinheiro são apenas pedaços de papel, pedaços de papel que por sinal valem mais que a vida!

Depressão é perceber que as pessoas matam, e se matam por pedaços inúteis de papel... e não poder fazer nada a respeito.

Johnathan Alves Damasceno de Barros (Jhony Inexplicável)

Começar de novo


Por: Johnathan Alves Damasceno de Barros.

Não consigo parar de pensar em você
Acordo por você,
Sonho por você
Me ferro por você

E esse texto nem era pra falar de ti
Era pra falar de mim
Mas tudo o que eu consigo fazer...
É viver...
(Pensando em você!)

Então agora só quero dizer pra você
O meu mais sincero
Vá se foder!

Vai doer
Mas vou sobreviver
Vai ser melhor assim
Sem você dentro de mim

Vou recomeçar
Em outro lugar
E se você quiser voltar
Só vou te dizer:
Vá se danar!

sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

Por que gostamos de sofrer?

       Algum tempo atrás me perguntaram o que é a felicidade, na hora eu não soube o que dizer, mas hoje entendo que felicidade é apenas uma ilusão, um nome qualquer utilizado para definir algo que provavelmente nunca alcançaremos...


       Não alcançaremos porque a felicidade não precisa ser alcançada, ela já está presente em nossas vidas, desde o dia em que nascemos e a única razão para não percebermos isso é o eterno masoquismo do qual todos somos vítimas, todos nós homens, mulheres e crianças somos em nossa essência extremamente masoquistas.
     

       Isso mesmo, gostamos de sofrer, pois se não gostássemos, daríamos valor só a quem merece, não nos envolveríamos física e emocionalmente com pessoas que sabemos que só nos farão sofrer, não reclamaríamos pela falta de algo, mas sim agradeceríamos a presença de alguém...


       Mas infelizmente somos todos masoquistas, e não sabemos valorizar o que merece valor, gostamos apenas do que nos faz mal, amamos apenas o que deveríamos odiar, e assim seguimos com nossas reclamações e infelicidades, sem nunca nos darmos conta de que a culpa de nosso sofrimento é única e exclusivamente nossa. Afinal ninguém assina cartas fechadas.
    
   Quando você sabe que alguém não vale a pena e mesmo assim insiste, passa a assumir a responsabilidade pelo seu próprio sofrimento, quando nos envolvemos com alguém ruim, sabemos antes mesmo de começar que não vai acabar bem, mas nos achamos, únicos, especiais, diferentes dos demais e por isso nos envolvemos, porque nos achamos melhores que os outros e acreditamos que conosco será diferente, mas nunca é.


       E acabamos feridos, magoados, ressentidos e reclamando da vida, reclamando da nossa infelicidade, infelicidade essa que não existe, porque embora algumas pessoas nos façam sofrer, existem outras tantas que nos fazem bem, que nos querem bem.


       A vida é um copo com água até exatamente na metade, é escolha sua perceber que ele está meio cheio, ou que ele está meio vazio, ou simplesmente beber a água e ser feliz.

Jhony Inexplicável (Johnathan Alves)

domingo, 13 de novembro de 2011

Fama, dinheiro e felicidade?

O que é preciso para ser feliz?
Fama? Dinheiro? Bens materiais? Sucesso profissional?



Nada disso trás realmente a felicidade, porque a felicidade vai muito além de tudo isso...
Então porque criou-se esse mito de que pra ser feliz é preciso vencer na vida, ficar rico, ficar famoso, ter tudo o que o dinheiro pode comprar?

Talvez seja porque só a minoria da população consiga alcançar essas coisas, para então perceber que ainda têm os mesmos medos e preocupações, que ainda se pegam pensando na vida, que ainda se sentem incompletos, infelizes, só que agora podem sufocar essa infelicidade comprando coisas que supostamente deveriam fazê-las felizes.

A verdadeira felicidade não pode ser comprada, nem alcançada junto com fama, ninguém é feliz, porque não existe feliz para sempre. A felicidade é momentânea, ela está em perceber que a vida se resume ao próximo segundo e por isso viver cada momento como se fosse o ultimo, porque pode mesmo ser.

O que é preciso para ser feliz?


Apenas viver, ciente de que não existe felicidade, existem apenas momentos felizes, dos quais a vida está cheia, e que só você pode escolher entre perceber esses momentos e aproveitá-los ao máximo antes que passem ou continuar em busca do seu happy ending.



Jhony Inexplicável (Johnathan Alves)

quarta-feira, 26 de outubro de 2011

xxx


Quando Deus fez a terra e todo aquele blábláblá, ele fez o homem e a mulher para eles ficarem juntos e fazer toda a sacanagem entre eles, tava tudo indo perfeito até a vadia da Eva comer a ‘fruta proibida’ e fuder com todos nós [Eu te odeio Eva safada, porq voc foi comer maça? Nem é tão gostoso assim!]. Então eles foram expulsos do paraíso e todos nós viramos pecadores e tals, mais foi depois que a Eva fez a cagada que a coisa foi mudando em relação a algumas coisas, continua lendo qe voc vai entender porq eu comecei a falar sobre isso.

Eu sou um humano tradicional, tradicionalíssimo mesmo, respeito quando um cara cisma que vai dar pra outro cara, tudo bem o toba é dele né? E respeito quando uma mulher quer beijar a melhor amiga, eu acho isso muito legal, muito mesmo, meu sonho é ver a Vanessa [minha amiga] beijando outra mulher [ela vai me matar quando ver que eu escrevi isso aki! KKKKK]. Eu respeito mais não abusa não ta viadada, tipo, há cada 10 cantadas que eu recebo, 10% são de homens e isso me assusta muito, pra deixar bem claro eu sempre corto os caras que tentam ‘alguma coisa’ comigo, Deus me livre! Mais pesando bem, por um lado é bacana porq se até um cara me acha bonito, sendo que mulher é bem melhor que eu, quer dizer que eu to gatinho, né? Kkkkk

Uma vez me perguntaram se eu tinha coragem de beijar um cara, coragem eu tenho, eu só não tenho vontade. Em festas eu já beijei mulheres tão feias que às vezes seria melhor se eu tivesse beijado o Rodela. Mais porque eu falei ali em cima que eu tenho coragem, você aê viadinho de plantão num vai se animando não, homem nenhum tem chances comigo, na verdade eu só falei aquilo ali pra fazer uma média e pra vocês não saírem falando que eu sou homofóbico e tals. Seria homofóbico dizer que se todas mulheres do mundo morressem eu me casaria com uma cabra mais num ficava com nenhum homem?

Mais da onde surgiu o homossexual? [nuss, olha só eu tentando escrever de forma ‘politicamente correta’, vou escrever de novo] Mais da onde surgiu esse trem de ser viado? Algumas pessoas falam que ser gay é coisa do capeta, que o demônio possui o cara e faz ele ‘sair da linha’. Outros falam que a pessoa nasce gay, mais querida não existe o ‘cromossomo gay’, então essa idéia ta descartada, ainda prefiro a da possessão demoníaca mais se não for coisa de Satã, eu imagino que seja culpa da ‘maldição da Eva’, por exemplo, o carinha até então macho tava de bobs, aê ele provou uma fruta que não devia, acabou gostando e virou bicha, ta explicado.

O que leva um cara preferir ficar com outro cara? Bom, deve ser pra ele evitar ter que aturar todo mês uma louca de tpm, se um esquecer o aniversário de namoro não tem problemas porquê o outro também vai esquecer, e jogar futebol aos domingos não vai ser um problema porquê os dois vão jogar futebol juntos e no mesmo time. Mas mesmo com tantas vantagens eu prefiro não jogar futebol pro resto da minha vida do que ter que ‘bater bola’ com outro cara, saks?

Mais e a sapatão? Vlh, eu não tiro a razão das lésbicas, elas tão certas mulher é bão mesmo, nem discuto, se uma menina por mais linda que seja assumir que é sapata eu dou os parabéns e meu numero de telefone pra ela, porque vai que ela um dia queira fazer um ménage... ela, a namorada e eu, imagina que loucura. (6)

Agora a moda é ser bissexual, se a pessoa ta indecisa ela pega e assume que é gilete. Mais onde começou essa merda de Bi? O bi começou em 1962, a seleção brasileira de futebol comandada por Pelé, Garrincha e mais um monte de craques conquistou o bi campeonato mundial no Chile. Ah pêra aê, não é desse tipo de bi que eu ia falar, HEHE A criatura Bissexual é todo aquele que não é homem suficiente para sair do armário, nem gay suficiente para continuar macho, a pessoa que é gay, e não é gay ao mesmo tempo ou aquela pessoa que é macho e fêmea ao mesmo tempo, é uma coisa muito complicada, às vezes até eu que sou um guru tenho dúvidas sobre isso.

Mais eu também não sou contra os bissexuais, cara olha pelo lado bom, eles tem muito mais opção que uma pessoa hetero. Se eu tô na balada os meus alvos são apenas indivíduos do sexo feminino [óbvio], o que gira em torno de 40 a 60 por cento das pessoas da festa, mais alguém que é bi tem 100% de pessoas disponíveis, mais se essa pessoa for um bissexual masculino e eu tiver na balada pode considerar 99% das pessoas disponíveis.

Enfim, não importa em qual ou em quantos times você joga, o importante é se divertir e aproveitar a vida, o importante é ser feliz independente de quem vai estar do seu lado, ou em cima de você, ou por baixo...